terça-feira, 9 de abril de 2013

Deus se preocupa com você!


E atentou Deus para os filhos de Israel. 
Êxodo 2.25



Considere a terra. O peso do nosso planeta foi estimado como sendo seis sextilhões de toneladas (não sei nem o que é isso!! rsrsrsrsr! só sei que é muito!). Ele se inclina exatamente vinte e três graus; um pouco mais ou um pouco menos, e as nossas estações estariam perdidas em um dilúvio de camada polar derretida. Embora nosso globo gire a uma velocidade de mais de 1.600 quilômetros por hora, ou mais de 45 mil quilômetros por ida, ou mais de 14 milhões de quilômetros por ano, nenhum de nós "cai" da terra e fica em órbita. 
Enquanto você observa a obra de Deus, deixe-me propor algumas poucas perguntas. Se Ele é capaz de colocar as estrelas em suas posições, e suspender o céu como uma cortina, você acha que é remotamente possível que Deus seja capaz de guiar a sua vida? Se o seu Deus é poderoso o suficiente para acender o sol, será possível que Ele seja poderoso o bastante para iluminar o seu caminho? Se Ele se preocupa o suficiente com o planeta Saturno para lhe dar anéis, ou com Vênus, para fazê-lo reluzir, existe uma possibilidade de que Ele se preocupe o suficiente com você para satisfazer as suas necessidades?

sexta-feira, 29 de março de 2013

PÁSCOA: o verdadeiro significado

Quando Surgiu?
A palavra Páscoa vem do hebraico Pessach, que significa "passagem" através do grego Πάσχα. É a maior e a mais importante Festa Cristã, quando se celebra a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação. Eventos ocorridos durante esta época no ano 30 ou 33 da Era Comum, durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito, daí a origem da denominação Páscoa.

Pessach e Páscoa: o que tem em comum?
A Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição, o que, inevitavelmente, guarda relação também com a celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Também um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

Quais são as evidências bíblicas de que essas duas festas ocorreram na mesma época?
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.

E por que comemoramos a Páscoa atual com ovos, coelho, etc?  
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. Para entendermos o significado destes itens empregados na Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat.

Então, qual o verdadeiro significado da Páscoa?
Assim, os ovos de chocolate embrulhados com papéis coloridos, o coelho e demais símbolos empregados na Páscoa atual, nada tem haver com o verdadeiro significado da Páscoa. A Páscoa é Cristo ressurreto, é o símbolo de nossa salvação, quando Cristo deu sua vida por nós, quando éramos, ainda, pecadores, destituídos de Sua Graça e da Sua Glória. Assim, a Páscoa simboliza nossa passagem da morte para a vida, uma vida abundante em Cristo!

terça-feira, 26 de março de 2013

Parabéns Jesa!

Em homenagem ao nosso querido Jesaías Teixeira, "tesoureiro-mor" da UAADESD, pela passagem de seu aniversário, no dia 23 de março... (tah ficando velhinho, hein?!), dedicamos uma música de seus cantores preferidos... 
Confere aí "Jesas"!

terça-feira, 19 de março de 2013

Preocupar-se é inútil



Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?
Mateus 6.27


Não é necessário que ninguém lembre você do alto custo da ansiedade (mas eu farei isso, de qualquer forma). A preocupação divide a mente. A palavra bíblica para ansiedade (merimnao) é composta de duas palavras gregas, merizo ("dividir") e nous ("a mente"). A ansiedade divide a nossa energia entre as prioridades de hoje e os problemas de amanhã. Parte da nossa mente está no agora; o restante está no ainda não. O resultado é uma vida dividida. 
Este não é o único resultado. A preocupação não é uma doença, mas provoca doenças. Ela está relacionada com hipertensão arterial (pressão alta), problemas cardíacos, cegueira, enxaquecas, distúrbios da tireóide, e uma enorme quantidade de problemas estomacais. 
A ansiedade é um hábito caro. Naturalmente, poderia valer a pena, se funcionasse. Mas não funciona. As nossas preocupações são inúteis. A preocupação nunca iluminou um dia, solucionou um problema ou curou uma doença.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Um toque piedoso





E Jesus estendendo a mão, tocou-o dizendo: Quero; sê limpo.
Mateus 8.3

Oh, o poder de um toque piedoso. Você não o conhece? O médico que trata de você, ou professor que enxugou as suas lágrimas?! Havia uma mão segurando a sua em um funeral? Outra sobre o seu ombro durante uma provação? Um aperto de mão de acholhida em um novo emprego? Não podemos oferecer a mesma coisa? 
Muitos de vocês já o fazem. Alguns de vocês têm o toque do próprio médico. Vocês usam as mãos para orar pelos enfermos e para servir os fracos. Se vocês não os estão tocando pessoalmente, suas estão escrevendo cartas, discando números ao telefone, assando bolos. Você descobriu o poder de um toque.
Mas outros de nós têm a tendência de esquecer. Os nossos corações são bons, mas as nossas memórias são falhas. Nós nos esquecemos de como um toque pode ser importante...
Não ficamos felizes porque Jesus não cometeu a mesma falha?!